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segunda-feira, 17 de outubro de 2016

O refugiado que virou jogador da Bundesliga

Em meio a uma crise sem fim de refugiados morrendo no Mar Mediterrâneo tentando migrar para a Europa, a história de Ousman Manneh é digna de um conto de fadas. Há dois anos, o jogador nascido em Gambia, saiu do país africano para a Alemanha em busca de uma vida melhor. 
Quando desembarcou em Bremen, foi levado para o campo de refugiados de Lesum, mas nunca desistiu de seguir a carreira de jogador iniciada em um pequeno time de Bakau, no seu país natal. Com 17 anos, foi aceito na base do Blumenthaler-SV, equipe de uma liga amadora de Bremen e que joga a quinta divisão alemã. O talento chamou a atenção do Werder Bremen, que o levou para o clube em 2015. Inicialmente, jogou no time B, mas na temporada atual, foi para a equipe principal.
A persistência deu certo em realizar o seu sonho deu certo. No sábado, Manneh fez o gol da vitória do Werder Bremen sobre o Bayer Leverkusen por 2 a 1, pela sétima rodada do Campeonato Alemão. Foi o primeiro gol do atacante com a camisa do clube. Manneh disse estar vivendo um sonho.
- Não acredito que isso está acontecendo. Isso é real ou estou sonhando? É o grande momento da minha vida - disse Manneh, que tirou selfies com torcedores do Bremen após a partida.
- É difícil descrever os meus sentimentos. Sempre quis jogar na Bundesliga e sinto-me orgulhoso de ser o primeiro atleta de Gambia a jogar quatro partidas da Bundesliga. Agora estou orgulhoso por ser o primeiro a marcar um gol - completou o jogador de 19 anos.
Manneh contou que sempre quis jogar futebol profissionalmente. E tudo tornou-se mais especial quando ele se viu diante de 40 mil torcedores no Weser Stadion.
Quando estava no Blumenthaler, o atacante marcou 15 gols na temporada, despertando o interesse de clubes como Schalke 04, Wolfsburg e Hamburgo. Mas optou por permanecer em Bremen, cidade que o acolheu quando ele ainda era um refugiado. 
- Gosto da cidade e tenho quatro amigos que me ajudaram. Por que eu sairia daqui?
O sonho de Manneh agora é virar um artilheiro do porte de suas inspirações no futebol: os centroavantes Aubameyang, do Borussia Dortmund, e Robert Lewandowski, do Bayern de Munique.
- Meu sonho é me tornar uma máquina de fazer gols como Lewandowski e Aubameyang. 
(Post originalmente publicado no blog Planeta que Rola)

quarta-feira, 12 de outubro de 2016

A falta que Messi faz para a Argentina

Lionel Messi pode ter batido na trave três vezes seguidas (Duas Copas América e uma Copa do Mundo) na tentativa de dar um título para a Argentina, mas as eliminatórias sul-americanas estão mostrando que quando joga sem o seu craque a seleção agora comandada por Edgardo Bauza sofre ainda mais. 
Após uma rodada em que não contou com o camisa 10, a seleção argentina marcou apenas um ponto em dois jogos e caiu para o quinto lugar nas eliminatórias. Hoje teria que disputar uma repescagem contra o campeão da Oceania para se classificar para a Copa do Mundo da Rússia, em 2018. 
Messi participou de três jogos nas eliminatórias e os argentinos venceram todos. Sem ele, foram sete partidas, e o aproveitamento é pífio: apenas 33%. Dos 21 pontos disputados, os argentinos conquistaram apenas sete. 
Sem o camisa 10, a Argentina sofreu pela primeira vez em sua história duas derrotas em casa numa mesma edição das eliminatórias. Perdeu para o Equador por 2 a 0 e agora para o Paraguai por 1 a 0, em Córdoba. Isso já representa 50% das derrotas que a seleção sofreu em casa em toda a sua história no torneio. Antes, os argentinos tinham perdido apenas para a Colômbia por 5 a 0, em 1993, e para o Brasil, por 3 a 1, em 2009.
É claro que prejudica ainda mais a fase do futebol argentino, que já está no seu segundo treinador desde o fim da Copa do Mundo. A seleção iniciou as eliminatórias com Gerardo Martino, que deixou o comando da seleção pouco antes dos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro, em agosto.
Mas os próprios jogadores reconhecem que sem Messi tudo fica mais difícil. 
- Quando Léo não está, as coisas sempre se complicam. Tudo é mais difícil. Ele sempre resolve a partida - disse o meia Di Maria.
O zagueiro Demichelis reconhece que o rendimento argentino preocupa, mas tenta minimizar a ausência de Messi. 
- Léo significa muito para o futebol argentino, para essa seleção e para nós. Mas casualmente não estamos vencendo sem ele. Não podemos ser hipócritas. O rendimento preocupa. Não me preocupa o empate com o Peru, mas sim como a partida se desenvolveu. E contra o Paraguai foi a mesma coisa.
Recuperado de uma lesão na coxa esquerda, Messi voltou a treinar no Barcelona nesta quarta-feira. Ele deve ficar à disposição do técnico Luis Enrique para a partida do fim de semana, contra o Deportivo, pelo Campeonato Espanhol. 
Os argentinos esperam que ele esteja bem para a próxima rodada das eliminatórias, quando a seleção enfrentará o Brasil, no Mineirão, no dia 10 de novembro. Cinco dias depois, a seleção receberá a Colômbia, em San Juan, numa rodada crítica para a seleção na briga por vagas no Mundial.
- Os jogadores se sentem em dívida com a torcida, que acha que ser vice-campeão três vezes seguidas é um fracasso. Estes jogadores ficaram em segundo porque fizeram grandes partidas. Estão muito tristes por terem perdido porque queriam vencer para presentear a torcida - disse Bauza. - Este grupo me demonstrou que tem muita gana. Este time ainda tem muito o que dar, mas temos que trabalhar. Confio muito neles.
(Post originalmente publicado no blog Planeta que Rola)

sábado, 8 de outubro de 2016

Eliminatória africana na fase decisiva

A briga pelas cinco vagas da África na Copa do Mundo de 2018, na Rússia, entrou neste sábado na sua fase final. Quatro jogos foram disputados pelas eliminatórias africanas e duas seleções estrearam com vitória.
O principal jogo do dia foi a partida entre Costa do Marfim e Mali pelo grupo C. Os marfinenses levaram o primeiro gol, mas conseguiram a virada e venceram por 3 a 1. Os gols foram marcados por Jonathan Kodjia, Coulibaly, contra, e Gervinho. Yatabare descontou.
Pela mesma chave, o Gabão, país-sede da Copa Africana de Nações, ficou no 0 a 0 com o Marrocos. Assim, a Costa do Marfim lidera a chave com três pontos. Gabão e Marrocos têm um ponto cada, enquanto o Mali está na lanterna com nenhum ponto.
Pelo grupo A, a República Democrática do Congo goleou a Líbia por 4 a 0. O destaque do jogo foi Dieumerci Mbokani, autor de dois gols.
Já pelo grupo D, Burkina Faso e África do Sul empataram por 1 a 1. Dean Furman abriu o placar para os sul-africanos. Banou Diawara empatou para Burkina Faso.
As vinte seleções que permanecem na disputa das elimatórias africanas estão divididas em quatro grupos de quatro seleções. Elas se enfrentam em jogos de ida e volta e apenas o campeão de cada chave se classifica para o Mundial.
(Post originalmente publicado no blog Planeta que Rola)

EUA joga em Cuba depois de 69 anos

A noite de quinta-feira foi marcada por mais um evento histórico para o esporte cubano e as relações com os Estados Unidos. Mais de um ano depois da visita do New York Cosmos, a seleção americana fez o seu primeiro amistoso na ilha depois de 69 anos.
O jogo foi mais um marco do restabelecimento das relações bilaterais entre os dois países, que ficaram por mais de meio século interrompidas e só começaram a ser retomadas em dezembro de 2014. Neste período, o presidente Barack Obama fez uma visita ao país e até os Rolling Stones tocaram pela primeira vez na ilha em um show gratuito que acabou transformado num documentário em cartaz no festival do Rio. 
A partida foi disputada no estádio Pedro Marrero, em Havana, com capacidade para 30 mil pessoas. Ele não estava lotado, mas a torcida ocupou boa parte das arquibancadas para ver Cuba ser derrotada por 2 a 0, gols de Chris Wondolowski e Julian Green.
O último amistoso entre os dois países na ilha havia sido disputado em 1947, antes, portanto, da Revolução Cubana. Os cubanos golearam por 5 a 2. Desde então, outros nove confrontos ocorreram em solo americano, sempre pela Copa Ouro, ou na cidade do México, onde foram disputadas as eliminatórias para a Copa do Mundo de 1950, no Brasil. Um outro jogo, este válido pelas eliminatórias para o Mundial da África do Sul, em 2010, aconteceu em Havana. Foi em 2008, e os americanos venceram por 1 a 0, gol de Dempsey.
Diante do caráter histórico de um amistoso que foi mais simbólico do que válido para a preparação dos americanos para a sequência das eliminatórias da Concacaf (os cubanos, que só foram ao Mundial da França-1938 já foram eliminados), o técnico Jürgen Klinsmann falou sobre a importância do esporte na união dos povos.
- Acredito profundamente que o esporte pode construir pontes. Não há melhor maneira de aproximar pessoas com diferentes ideias políticas - disse o técnico alemão, que lembrou que a família ficou por 25 anos dividida pelo muro de Berlim. 
Klinsmann só reclamou do estado do gramado.
- Não se podia jogar neste campo. Nesse gramado, foi impossível jogar com um ritmo intenso.
A partida foi acompanhada por Jill Biden, esposa do vice-presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, além de Jeffrey DeLaurentis, embaixador designado por Washington para Havana.
- Não ganhamos, mas jogamos bem, sem complexos, diante de um rival muito superior - disse o zagueiro cubano Josel Piedra.

(Post originalmente publicado no blog Planeta que Rola)

sexta-feira, 7 de outubro de 2016

Acusado de dever pensão, equatoriano foge da polícia em carro maca

O futebol sul-americano é rico em histórias curiosas. A mais recente foi protagonizada pelo atacante Enner Valencia, do Everton. Acusar de dever a pensão a ex-mulher, o jogador fugiu da polícia em um carro maca durante a vitória de sua seleção sobre o Chile por 3 a 0, nesta quinta-feira, em Quito.
No fim da partida, Valencia caiu no gramado e sinalizou ter sofrido uma lesão muscular. Ele foi colocado numa maca, recebeu uma máscara de oxigênio e foi levado para fora do gramado. Substituído, Valencia foi transportado para uma ambulância enquanto era perseguido pelos policiais durante o trajeto numa cena cômica.
Os policiais já haviam tentado prender Valencia antes da partida, mas foram impedidos por seus companheiros de seleção. Mas a polícia ficou no estádio esperando para deter o jogador.
Segundo o jornal "El Comércio", o atleta foi levado para um hospital, mas escoltado por policiais, que fariam a vigilância até ele ser liberado. Mais tarde, porém, uma juíza anulou a ordem de prisão.
Vaçencia é acusado de não pagar a pensão de uma de suas filhas nos últimos quatro meses. Ele estaria devendo US$ 17,1 mil (R$ 55,1 mil).
(Post originalmente publicado no blog Planeta que Rola)

Pellè xinga treinador e é expulso da seleção italiana

Graziano Pellè trocou o futebol inglês pelo mercado da China, mas mesmo assim foi mantido pelo novo técnico Giampiero Ventura entre os convocados da seleção italiana para os jogos das eliminatórias europeias para a Copa do Mundo de 2018, na Rússia. O que Ventura não esperava era que o centroavante fosse tão ingrato a ponto de fazer birra ao ser substituído no empate contra a Espanha por 1 a 1, nesta quinta-feira.
Ao deixar o gramado, Pellè não aceitou o cumprimento de Ventura e, pior, ainda virou-se para o técnico e o chamou de "pedaço e merda". O gesto custou caro ao atacante do Shandong Luneng. Ele foi expulso da seleção italiana e não viajará para Skopje, onde a Itália enfrentará a Macedônia, no domingo.
Segundo a Federação Italiana, Ventura o excluiu do grupo "pela falta de respeito exibida no momento da substituição durante a partida contra a Espanha. Ser um jogador de seleção, implica compartir os valores com a equipe, a partir do respeito com com as pessoas, os companheiros e os torcedores".
Mostrando-se arrependido, Pellè se desculpou em um post em suas redes sociais.
"Tive um comportamento inaceitável, principalmente com o técnico e, consequentemente, com meus companheiros, que sempre mostraram ter valores importantes dentro do fantástico grupo do qual formamos parte. É um erro grave e assumo as consequências. Peço desculpas a todo mundo, de coração".
Quem sabe se com esse pedido de desculpas, Pellè volte no jogo contra Liechtenstein, no dia 12 de novembro.
(Post originalmente publicado no blog Planeta que Rola)

quarta-feira, 5 de outubro de 2016

Eliminatórias na Europa voltam com clássico

Pouco mais de três meses depois de terem se enfrentando nas oitavas de final da Eurocopa da França, Espanha e Itália voltam a medir forças nesta quinta-feira, dessa vez pelo grupo G das eliminatórias da Europa para a Copa do Mundo da Rússia de 2018. A partida será no Juventus Stadium, em Turim, às 15h45m (de Brasília).
Se a vitória da Itália por 2 a 0 em Paris, em junho, representou uma revanche a Azzurra, que vinha de cinco jogos sem vencer os espanhóis, incluindo a final da Euro-2012, quando foi goleada por 4 a 0, agora é a Espanha que buscará dar o troco após a eliminação precoce no torneio europeu. O time espanhol perdeu a chance de conquistar o tricampeonato ao cair nas oitavas de final.
- Vamos enfrentar uma Espanha diferente da que enfrentamos na Euro. Mas eles vão querer a revanche e têm novas motivações - disse o zagueiro Bonucci, que considera os espanhóis favoritos para o jogo.
- Eles ainda são os favoritos, ainda têm os melhores jogadores do mundo em todos os setores. Temos que jogar com muita intensidade, como fizemos em Paris, e sermos precisos na frente do gol.
Os times não tiveram muitas mudanças relação ao confronto de junho. Dos 14 atletas que entraram em campo, 10 permanecem na seleção italiana. O mesmo acontece na Espanha. As principais diferenças estão no banco. Na Itália, Antonio Conte foi para o Chelsea e deu lugar a Giampiero Ventura, ex-técnico do Torino. Na Espanha, Vicente del Bosque saiu e foi contratado Julen Lopetegui, ex-técnico do Porto.
- Será um jogo especial, principalmente porque o jogo será no estádio da Juventus e a principal rivalidade que temos no Napoli é contra a Juventus - lembrou o atacante espanhol Callejon.
Itália e Espanha estrearam com vitórias em suas campanhas rumo ao Mundial da Rússia. Os italianos derrotaram Israel por 3 a 1, enquanto os espanhóis atropelaram Liechtenstein por 8 a 0.
Depois do duelo desta quinta, a Itália visitará a Macedônia no domingo. Já a Espanha visitará a Albânia. Mas o duelo desta quinta é decisivo, pois apenas o campeão de cada chave tem vaga direta no Mundial. Os oito melhores segundos colocados disputam um mata-mata decisivo em busca das quatro vagas restantes.
Outros Jogos desta quinta-feira (todos às 15h45m):
Grupo D
Áustria x País de Gales
Irlanda x Georgia
Moldávia x Sérvia
Grupo G
Macedônia x Israel
Liechtenstein x Albânia
Grupo I
Islândia x Finlândia
Kosovo x Croácia
Turquia x Ucrânia
(Post originalmente publicado no blog Planeta que Rola)

Batistuta é homenageado em Florença

Batistuta de volta aos gramados para amistoso | Reprodução/Instagram
É raro Gabriel Batistuta aparecer num campo mesmo que seja em um jogo festivo. Hoje com 47 anos, o ex-centroavante encerrou a carreira por causa de uma série de problemas nos joelhos, logo não costuma participar nem destes amistosos entre veteranos.
Mas diante de uma ocasião especial, Batigol, como era conhecido, voltou ao estádio Artemio Franchi, onde brilhou com a camisa da Fiorentina, para uma partida entre veteranos do Resto do Mundo e da Itália. E mostrou que o faro de gol continua o mesmo. Marcou três gols na vitória de 12 a 6 do Resto do Mundo.
Antes do jogo, Batistuta foi homenagem com o título de cidadão de honra de Florença. Na cerimônia, o ex-jogador se emocionou.
Batistuta jogou nove temporadas na Fiorentina, onde marcou 207 gols em 332 partidas. Foi campeão da Série B (1994) e da Copa da Itália (1996). Infelizmente não conseguiu realizar o sonho de levar o time ao título italiano. Na temporada 1998-99, a Fiorentina chegou a liderar a Série A, mas acabou em terceiro. Perdeu terreno após uma lesão do centroavante e o Milan foi campeão.
Batistuta só viria a ser campeão italiano quando defendeu a Roma em 2000-01. Mas nunca deixará de ser ídolo do clube de Florença.
(Post originalmente publicado no blog Planeta que Rola)

segunda-feira, 3 de outubro de 2016

Balotelli ressurge na surprsa Nice

Tudo bem que o Campeonato Francês está apenas no início, mas a julgar pelas oito primeiras rodadas a Ligue 1 será mais disputada agora do que nas últimas quatro temporadas, quando o PSG foi campeão com uma diferença de pelo menos oito pontos. 
Para começo de conversa, o time de Paris já passa por dificuldades não enfrentadas na temporada passada. Sem o artilheiro Ibrahimovic e de novo técnico (Unai Emery substituiu Laurent Blanc), o PSG aparece apenas na terceira colocação na tabela. Uma situação bem diferente da temporada passada, quando foi campeão com 31 pontos de vantagem sobre o Lyon e o Monaco.
O PSG tem 16 pontos, três a menos do que o Monaco, segundo colocado com 19, e a quatro do líder e grande surpresa deste início de temporada, o Nice.
Quarto colocado na temporada passada, o time que não é campeão francês desde 1959 está tendo um início Ligue 1 dos sonhos muito graças ao igualmente surpreendente desempenho de Mario Balotelli.
O atacante italiano de 26 anos parecia que não iria se recuperar após duas temporadas desastrosas por Liverpool e Milan, mas está vendo o seu futebol ressurgir na equipe francesa.
Balotelli já tem seis gols em cinco partidas pelo Nice. A média de 1,2 gol por jogo e a melhor da sua carreira e só comparável ao seu início no Milan na temporada 2012-13, quando ele marcou 12 gols em 13 jogos.
Com os seis gols marcados em dois meses na França, Balotelli já marcou mais vezes do que em toda a temporada passada e na temporada anterior. Foram três gols pelo Milan e quatro no Liverpool em 2014-15.
Mas Balotelli não seria Balotelli se não tivesses se metido em confusão. E ele já deu o seu recado no jogo deste fim de semana quando foi expulso minutos após marcar o gol da vitória sobre o Lorient por 2 a 1. Primeiro, ele tomou um cartão amarelo por comemorar um gol tirando a camisa. Depois, ele foi expulso após se envolver numa disputa de bola com Steven Moreira.
Assim, ele desfalcará o time na próxima rodada, no dia 14, contra o Lyon.
- Honestamente, não entendi o que aconteceu. Aparentemente, Mario não fez nada (no lance). Nenhum gesto ruim. Mas preciso analisar com calma o que aconteceu, se algo aconteceu - disse o técnico do Nice, Lucien Favre.
E por enquanto parece que a relação do técnico com Balotelli tem sido de lua de mel.
- Mario tem uma habilidade incrível. Ele é bom com o pé direito e com a cabeça. Precisa melhorar com o pé esquerdo, mas é preciso ser cego para não ver como ele é bom de frente para o gol. Ele é um jogador concentrado e ajuda o time todo. Faz trabalho extra no treinamento, trabalhando em frente ao gol. E neste momento estamos tirando vantagem de suas habilidades como finalizador - analisou.
(Post originalmente publicado no blog Planeta que Rola)

Benfica lança coleção de vestidos de noiva

Um dos vestidos de noiva da coleção do Benfica | Reprodução/Benfica
Clube de futebol vende de tudo para os seus torcedores, mas acho que dessa vez o Benfica se superou. O clube passará a vender vestidos de noiva da sua marca a partir desta semana.
O lançamento da coleção será na próxima quinta-feira, no Estádio da Luz, em Lisboa. O projeto surgiu a partir da parceria com a Lisbon Lux Brands. Os vestidos foram criados pela estilista portuguesa Micaela Oliveira. 
O vestido em vermelho da coleção do Benfica | Reprodução/Benfica
"São vestidos femininos, luxuosos e únicos que pretendem realçar o que há de melhor em cada mulher benfiquista", diz um comunicado divulgado pela marca.
Um dos vestidos da coleção do Benfica | Reprodução/Benfica
Disponível no site da Lisbon Lux Brands, a coleção será composta de 40 vestidos, sendo 24 de noiva, 12 de cerimônia e quatro de crianças. Todos, claro, nas cores branca e vermelha, as do Benfica.
Afinal, benfiquista de verdade não vai querer se casar com uma cor diferente destas.
Um dos vestidos da coleção do Benfica | Reprodução/Benfica
(Post originalmente publicado no blog Planeta que Rola)